quarta-feira, 31 de julho de 2013
O Uso do Linkedin
No site da
revista Exame foram divulgados alguns erros comuns que são cometidos na rede e
que devem ser evitados. Irei compartilhar com vocês essas dicas, mas para quem
quiser visualizar na íntegra a reportagem, o site é: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-erros-de-quem-procura-emprego-pelo-linkedin?page=1
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Carreira Pública
Você está pensando
em seguir pela carreira pública? Já vem estudando para concursos? Possui
dificuldade com os estudos?
Entrevistei Sandro
H. Chimisso, Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil e perguntei a ele as
principais dicas para ser aprovado em um concurso tão concorrido. Sandro foi
aprovado em concursos como os de Auditor e Analista da Receita Federal do
Brasil (2009), BACEN (2009), MPE/RS (2008), REFAP, entre outros. Atualmente
exerce a função de Chefe de Setor de Importação do Porto Seco de Foz de Iguaçu.
Segundo ele, não há milagre: existe foco, dedicação, estudo e equilíbrio
emocional. Confira como foi a nossa conversa:
1) Qual foi o teu interesse em realizar
um concurso público? Da onde veio esta ideia?
Eu
sempre tive essa ideia lá no fundinho da minha cabeça, desde os tempos da
graduação. Mas também tinha vontade de ser empresário ou trabalhar numa grande
empresa. Entretanto, com o passar do tempo, vi que trabalhar em uma grande
empresa não era algo que fazia muito o meu perfil. Quando me formei entrei
direto no mestrado, e ao acabar o mestrado não havia grandes possibilidades de
emprego. Participei de algumas seleções de trainee, em algumas fui até a fase
final, mas acabava morrendo na praia. Quando faltavam alguns meses para
finalizar o mestrado apareceu uma desafiante proposta de emprego em uma nova
faculdade particular, aceitei-a. Mas isso não me satisfazia muito, ter que
coordenar cursos, dar aulas, escrever artigos,... Achava tudo isso um saco.
Depois de quase 3 anos nessa função, fui demitido e vi que era hora de mudar,
de tomar novas decisões. Cheguei a cogitar um doutorado, mas isso ia fazer com
que mergulhasse mais ainda na área acadêmica. Abandonei essa ideia. Tentar ser
um empresário nessa época também não era uma opção, não tinha nenhuma ideia de
que negócio fazer, nenhuma tradição ou experiência na área. Meus pais são
professores e servidores públicos, não podiam me ajudar nesse sentido. Resolvi
não arriscar. Foi então que estudar para concursos pareceu ser a coisa mais
natural a fazer. Era algo que sempre pensei, e tinha facilidade para os
estudos. A questão era somente se teria disposição para estudar o necessário
para passar no concurso almejado. Uma pessoa que sempre me incentivou a fazer
concurso foi meu falecido avô, vô Ernesto. Durante a graduação, mestrado e
mesmo trabalhando ele sempre me dizia: “meu neto, porque tu não fazes um
concurso???”. E sempre que ele falava eu ficava com isso na cabeça. Com certeza
ele foi uma influência na minha decisão.
2) Quais as sugestões que você dá para
quem está se dedicando a um concurso?
Muito
estudo, muito estudo e mais muito estudo, rsrsrs. Não tem segredo! Pra passar
em um bom concurso tem que estudar muito mesmo, e quanto mais se estuda mais se
aprende a estudar. Com o tempo vemos o que funciona com a gente. Tem aqueles
que aprendem melhor sozinhos, lendo. Outros absorvem melhor o conteúdo
assistindo aulas, escutando gravações, etc. Tem gente que gosta de fazer
resumos, outros só marcam partes importantes nos livros e as relêem de tanto em
tanto. Conheça as suas fraquezas e as suas facilidades. Veja o que funciona e o
que não funciona pra ti. Se não estás acostumado a estudar, ter essa noção pode
levar algum tempo. Pense nisso como um investimento.
3) É importante manter o foco num
concurso só ou é melhor fazer mais de um?
Eu
acredito que é importante focar em pelo menos uma área. Por exemplo, concursos
da área fiscal, ou concursos da área jurídica, ou concursos para a área
econômica e área bancária, ou concursos para agências reguladoras e assim por
diante. Como concursos para a mesma área costumam ter matérias semelhantes,
fica mais fácil de organizar-se dessa forma, mantendo o foco em alguma área
específica. Acho que tentar todos indiscriminadamente não é uma boa estratégia.
4) Que dicas deixas para administração
do tempo de estudo?
Isso
vai depender da disponibilidade de tempo de cada um. O importante é manter uma
rotina diária e uma organização de estudo das disciplinas que serão exigidas no
certame em foco. Tem que se estudar todo o conteúdo previsto para o edital do
concurso, e para isso necessita-se de tempo. Mas também há que se reservar
tempo para descanso, uma cabeça cansada não aprende direito. É importante
dividir o estudo por disciplinas, a fim de cobrir todo o edital. A atenção que
será dada para cada disciplina vai depender de vários fatores, entre eles: o
tamanho dela, o peso que ela terá na prova e a dificuldade que se tem de aprendê-la/assimilar.
De nada adiante gabaritar uma matéria e não fazer o mínimo em outra. Isso é
causa de eliminação. Tentar manter hábitos saudáveis é importante. Fazer as
refeições diárias, praticar alguma atividade física todo dia, nem que seja por
30 minutos. Fazer uma planilha para organizar os compromissos da semana, com
horários de estudo e demais atividades, anotar a quantidade de horas estudadas
de cada matéria, assim dá pra saber se há alguma matéria sendo deixada de lado
(tendemos a fazer isso, estudar mais aquilo que gostamos e deixar de lado
matérias que não nos atraem muito e que geralmente são as que mais temos
dificuldade). Existem livros e sites na internet que dão diversas dicas nesse
sentido.
5) Uma das lamentações que mais escuto
em pessoas que estão querendo iniciar a se preparar para o concurso é a sua
falta de disciplina para estudar sozinho. Alguma dica para essas pessoas?
Disciplina
é algo que se adquire. Não se começa a estudar 8 ou 10 horas por dia no
primeiro dia de estudo, é algo que vai gradativamente acontecendo. E apesar da
possibilidade de fazer cursinho preparatório, o que adianta mesmo é sentar a
bunda na cadeira e estudar. Cursinho é bom quando o professor é bom, pra tirar
dúvidas, fazer um social depois de tanto tempo estudando em casa sozinho, ver
como está a concorrência, atualizar conhecimento, material e pegar dicas. Eu
sempre estudei sozinho, em casa mesmo, rendia melhor assim. Tem gente que
consegue estudar em qualquer lugar, até na beira da praia.
6) Por que seguir a carreira pública ao
invés da privada?
No
meu caso foi por admiração da carreira que escolhi, da responsabilidade e das
atribuições do cargo que exerço. Considero a Receita Federal uma instituição de
respeito. A remuneração também foi fator determinante. Dificilmente na carreira
privada eu começaria em uma empresa com um cargo de responsabilidade equivalente
e com a mesma remuneração que a de um Auditor Fiscal da RFB. O sucesso
profissional na área pública depende muito mais do teu esforço pessoal e de
fatores objetivos do que de indicações ou subjetividades.
7) Quais as vantagens e desvantagens de
seguir pelo caminho da carreira pública na tua visão?
A
relação de trabalho é regida por lei, não há contrato de trabalho, os direitos
e obrigações são mais bem definidos e, na maioria das vezes, respeitados. Todo
começo de mês o pagamento é creditado na tua conta, sem falta. A estabilidade
também é uma grande vantagem, te permite planejar a longo prazo com mais
tranqüilidade. É claro que na iniciativa privada as possibilidades de ganhos
podem ser bem maiores, mas as perdas também. Não se fica milionário no serviço
público, mas se vive bem, com boa qualidade de vida. O status social que certas
carreiras proporcionam também pode ser um atrativo.
8) Existe um perfil específico de
pessoas que são aprovadas em concurso?
Meus
colegas de curso de formação eram maioria jovens, com menos de 30 anos. Mas
havia também pessoas bem mais velhas, com mais de 50 anos. O que todos tinham
em comum era a quantidade de horas de estudo, todo mundo tinha estudado muito,
tinha aberto mão de muita coisa para atingir o seu objetivo. Acho que o perfil
é bem variado, tem pessoas de todas as classes sociais, desde o pobre até o
playboy, diversas formações profissionais, etc. As características que tinham
em comum eram a persistência, determinação, disciplina, fé e vontade de passar.
9) O que ajuda e o que atrapalha na
hora da preparação para o concurso? E na hora da realização da prova?
No
período de preparação para o concurso o apoio da minha família foi um dos
aspectos mais importantes. A utilização de bons materiais também é crucial, e
discernir que material é bom depende de boas dicas ou de tempo para tentativas,
erros e acertos. Tanto no período de preparação quanto na hora de realização da
prova é importante manter a calma e permanecer tranqüilo. Assim como é
importante ter uma estratégia para estudo, é necessário também ter uma para a
hora da realização da prova. Deve ser previamente determinado quanto tempo vai
ser despendido em cada matéria da prova, para não se correr o risco de faltar
tempo e não fazer os pontos mínimos necessários nela. Assim, estratégia é
fundamental antes e durante as provas.
10) O emocional conta na preparação e no
dia da prova?
Sim,
conta muito. Eu lembro que quando saiu o edital para o concurso da RF, veio com
muitas novidades. Teve gente que estava estudando há muito tempo e mesmo assim
perdeu a cabeça, achou que não seria capaz, desistiu. Lembro também, já na
minha reta final de estudos, depois de estudar toda uma matéria nova, fiz uma
prova simulada e só consegui fazer 50% de acertos. Aquilo me abalou de tal forma
que não consegui estudar o resto do dia. Pensei, num primeiro momento: como eu
fui tão mal assim num simulado logo após fechar o conteúdo dessa matéria??? Vou
me ferrar no concurso!! Mas no dia seguinte recuperei o ânimo, pensei no
restante das matérias, no tempo que estudei e foquei na vitória. Não seria uma
matéria que me derrubaria. No final deu tudo certo, o simulado dessa tal
matéria foi mais difícil que a prova do concurso, rsrsrs.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Criatividade Brasileira
A criatividade é uma competência cada vez mais valorizada no mundo atual. É ela que permite que sejam criadas coisas diferentes, inovadoras e que se pensem novas maneiras de fazer as coisas. É devido à criatividade que hoje temos a tecnologia que temos e que o mundo vem se modernizando e criando facilidades a cada instante.
Penso que esta é uma característica forte do povo brasileiro. Desde cedo aprendeu a se virar com o que tem, a dar o famoso jeitinho brasileiro para as coisas acontecerem. Faltam recursos, então é preciso arrumar jeitos diferentes de fazer a coisa acontecer. E o povo consegue e surgem muitas ideias interessantes. Sou convicta de que a necessidade faz pensar e estimula o pensamento criativo. Quando a dificuldade acontece, os obstáculos surgem, é que começamos a fazer as coisas de forma diversa e procuramos obter novos resultados.
Entretanto, observo que muitos brasileiros utilizam a criatividade de forma negativa, a usam para transgredir regras e leis, para fazer o mal. Vejam o exemplo recente dos médicos do SAMU que fizeram cópias de silicone dos seus dedos para que uma funcionária burlasse o relógio ponto, registrando a presença de colegas. Extremamente criativo, pensamento fora da caixa, fora do usual, mas para que fim? Para qual objetivo?
Há um tempo atrás com o aumento das blitz pela Lei Seca, também se observou no Rio de Janeiro uma nova profissão: “atravessador de blitz”. Cidadãos ficavam a postos antes das blitz para que os motoristas bêbados pudessem contar com eles para passarem sóbrios pela blitz. Por 10 ou 20 reais o problema estava solucionado. Logo no fim da blitz já desciam do carro e o motorista alcoolizado seguia tranquilo, pois seu carro, dinheiro e habilitação estavam a salvos. E será que a sociedade estava a salvo? Achei super criativo da parte dos “cidadãos amigos” a ideia de aproveitar esta “oportunidade” para um negócio. Mas, novamente: para que? Qual o objetivo? Mais uma vez a criatividade brasileira utilizada de forma pejorativa, para infringir o correto.
Acredito que se esta criatividade toda estivesse voltada para o bem, para o positivo, nós faríamos parte de um país incrível. De um país inovador, com soluções diferenciadas e com bom aproveitamos de seus recursos. Se esta criatividade tivesse boas intenções, o Brasil poderia ter menos desigualdade, melhores condições e uma sociedade mais humanitária. Se esta criatividade fosse utilizada positivamente, o Brasil mudaria o significado da expressão “jeitinho brasileiro”, este não viria carregado de sem vergonhice e sacanagem. Quem sabe não seríamos um país muito mais evoluído se as intenções da criatividade fossem boas e puras?
domingo, 16 de junho de 2013
Seis Meses
E estamos na
metade do ano. O tempo voa para uns, se arrasta para outros. O que nos leva a
ter diferentes percepções sobre um recurso que é igual para todos? Aspectos
ambientais e psicológicos afetam a nossa noção de tempo.
Quando estamos nos
divertindo e aproveitando, a sensação é de que o tempo está passando muito
rápido. Enquanto que se estamos envolvidos em uma atividade monótona e chata a
sensação é de que as horas estão se arrastando. Com certeza você já passou por
isso e teve esse sentimento diversas vezes.
Outro motivo para
sentirmos que os dias estão passando muito rapidamente é quando a nossa rotina
anda extremamente igual, quando todos os dias fazemos as mesmas coisas, na
mesma ordem e de forma parecida. Não termos incluídas novidades em nosso dia a
dia faz com que tenhamos a sensação de tempo voando.
Passado seis
meses do início do ano, como você sente que o seu tempo está passando? Ele voa?
Arrasta-se? Parando para pensar, você observa que vem cumprindo as metas que
determinou para você mesmo para 2013? Como está o seu plano para este ano?
Já se passaram
seis meses e agora temos metade do ano para cumprir aquilo que determinamos
para nós mesmos, para alcançar as metas almejadas e concretizar os sonhos.
Certamente quem ainda não começou, desperdiçou este recurso chamado tempo, mas
ainda existe a chance de chegar lá.
Utilize este
recurso com inteligência! Independente de ter a impressão de o tempo estar
passando devagar ou rápido, tenha a sensação de produtividade, de estar percorrendo
o caminho que você quer. Não seja devorado pela rotina. Tem uma música do O
Rappa chamada O que Sobrou do Céu que diz “Todas as cores escondidas nas nuvens
da rotina”.
Coloque luz e cor
no seu dia a dia, inove, invente, faça diferente. Não viva um dia após o outro
como se fosse o mesmo, repetindo a cada dia as mesmas atividades e
comportamentos. Quando você possui dias repetitivos demais, o seu cérebro passa
a economizar energia e não é estimulado, registrando como se todos os dias
fossem a mesma coisa e isso que dá a sensação de um ano voando, mas que ao
final você percebe que não realizou nada.
Dê brilho e cor a
sua vida hoje! Você tem seis meses para chegar mais próximo dos seus sonhos.
Tente, invente e comemore!
terça-feira, 11 de junho de 2013
O que realmente importa
Por que é tão
difícil cumprir as metas que estabelecemos para nós mesmos? Por que nem
começamos a dar os primeiros passos e já deixamos de lado aquilo que havíamos
determinado? Qual é o motivo pelo qual desistimos dos nossos sonhos nos
primeiros obstáculos? Isto acontece tantas vezes em nossa vida, que acabamos
encarando como algo natural e nos acostumando com objetivos não atingidos. Mas,
será que existe um jeito de lutar contra esta tendência?
Quando
decidimos colocar uma meta em nossa vida é porque ela de alguma maneira possui
importância para nós. Seja emagrecer alguns quilos, passando por arranjar um
novo emprego ou, até mesmo, conseguir independência financeira. Todas possuem
um significado por trás. Por que emagrecer para mim é importante? Para me
sentir mais bonita, mais confiante e/ou para ganhar mais saúde? Um novo emprego
significa a possibilidade de me sentir realizada, ser reconhecida
profissionalmente e/ou fazer o que gosto? A independência financeira me gera
liberdade, poder e/ou conquista?
É preciso ter
muito claro o motivo pelo qual se está querendo alcançar um objetivo. E esse
motivo precisa ser muito forte e relevante. Forte o suficiente para que não nos
deixe desistir pelo caminho e que nos dê forças para enfrentar os obstáculos e
dificuldades que existirem. E para isto, a meta precisa estar alinhada com os seus
valores.
Questione-se
para descobrir o que é mais importante em sua vida. É a sua família? O seu
trabalho? Os seus amigos? Dinheiro? Viajar? Sua espiritualidade? O lazer? Um
bom livro? Pense no que essas coisas proporcionam a você, o que elas te trazem. Geram segurança? Autoestima?
Conforto? Equilíbrio? Liberdade? Amor? Poder? Contribuição? E, o mais
importante, te trazem felicidade?
Ao descobrir os
seus valores primários, aqueles que movem os seus comportamentos, fica mais
fácil tomar decisões e traçar objetivos alinhados com o que realmente importa
para você. Na hora que surgirem obstáculos, você estará mais preparado para
lidar com eles. Você conseguirá abrir mão de comer um prato cheio de batatas
fritas, pois você quer emagrecer para que o seu valor saúde seja atendido. Você
negará uma oportunidade de emprego que não tenha haver com o seu objetivo
ficando de consciência tranquila, pois você quer se sentir realizado
profissionalmente. Você abrirá mão de uma viagem incrível, mas que terá muitos
gastos, pois você quer economizar para comprar a sua casa própria e atender o
seu valor de conforto, estabilidade e segurança.
Veja bem: conhecer
os seus valores profundamente não impedirá que você tenha barreiras no caminho
para alcançar algo que você deseja, porém fará toda diferença na hora de
perseverar, pois você saberá o que realmente importa.
sábado, 4 de maio de 2013
Apresentações Poderosas
Neste final
de ano, encerrei a leitura do livro do Roberto Shinyashiki “O Segredo das
Apresentações Poderosas”. Gostei de sua constatação de que todos nós fazemos
apresentações durante o nosso dia a dia, não importando sua profissão, função
ou atividade. Não só palestrantes fazem apresentações, como diz o próprio autor,
“pessoas de sucesso sabem vender ideias, projetos e produtos para qualquer plateia”.
Portanto, não importa se você é um palestrante renomado ou um médico cirurgião,
você precisa saber fazer apresentações poderosas que gerem resultados,
necessita passar suas ideias com clareza, transmitir seu ponto de vista e
influenciar pessoas.
Além de
várias dicas interessantes, Shinyashiki define cinco passos para que as suas
apresentações sejam poderosas: planejamento, preparação, treinamento, execução
e aprimoramento. Vamos falar um pouco sobre elas.
O
planejamento é a etapa em que é preciso definir qual o seu objetivo com a
apresentação O que você quer vender? Qual ideia, produto, serviço? Após ter
isto determinado, deve-se pensar no modo de alcançá-lo. É o momento de definir
em pensamento o que irá para a prática.
Na hora de
preparar você precisa montar a estrutura da mensagem a transmitir, organizar o
conteúdo e adir efeitos para chamar a atenção do seu público. Você precisa
fazer com que o público se identifique com o problema ou desafio trazido por
você, além, é claro, de oferecer soluções. Motive e inspire as pessoas para a
ação, isto garante o sucesso de sua apresentação.
O treinamento
é fundamental para o sucesso de suas apresentações, pois é preciso alinhar o
seu discurso de modo a fazer você atingir o seu objetivo definido no
planejamento. É legal treinar sozinho, controlado o tempo e reformulando partes
do seu discurso, mas é interessante você reservar um segundo momento para
treinar com uma plateia. Podem ser familiares ou amigos que poderão lhe
fornecer feedback sincero de como foi a sua apresentação, permitindo que você
se saia maravilhosamente bem no momento da apresentação real.
Executar se
refere à apresentação propriamente dita. Cuide para passar profissionalismo,
uma boa imagem, chegar com tempo suficiente para preparar tudo, não cometer
gafes e organizar o ambiente de sua apresentação. E o mais fundamental: curta a
sua apresentação.
E, por fim,
aprimorar. Sempre procurar obter melhores resultados, monitorar as suas
apresentações e utilizar os seus apontamentos para tornar-se cada vez melhor no
que você faz. Outra dica interessante para buscar a melhoria contínua é assistir
a muitas outras palestras e palestrantes, isto permitirá que você se inspire.
Esteja atento
a esses passos, pois influenciar pessoas e gerar ações nelas independe de
profissão. Não basta desempenhar-se bem profissionalmente, você precisa falar
para os outros que você é capaz. Se você é aquele médico cirurgião citado no
começo deste texto, você além de ser bom em cirurgião, precisa saber falar com
o seu público e convencê-lo de que a cirurgia é a melhor solução para o seu
problema e que você é a melhor pessoa para fazer isso. Se você for um ótimo
cirurgião, porém não for capaz de através do seu discurso transmitir a
segurança que o seu paciente precisa, ele não irá realizar o procedimento com
você. A qualidade do seu desempenho é medida pela sua habilidade de levar os
outros a agirem.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Workshop Planejamento de Carreira - 27 e 28 de Maio
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