sábado, 15 de setembro de 2012

Sugestões para Empreendedores


           Ao ir a uma livraria para comprar o presente do dia dos pais, bati o olho em um livro de capa divertida e cores vibrantes que me chamou atenção. O nome do livro é A Menina do Vale – como o empreendedorismo pode mudar sua vida de Bel Pesce. Achei o tema bacana, o resumo interessante e me identifiquei com a autora, por isso, resolvi comprar.
              O livro traz algumas sugestões para auxiliar empreendedores que estão iniciando os seus negócios. São dicas valiosas trazidas de forma simples, em uma linguagem descontraída e de leitura rápida. Resolvi destacar algumas dessas sugestões da Bel Pesce na coluna de hoje e compartilhá-las com vocês:
Não se preocupe com a sua idade: “Se você realmente sonha em empreender, a sua idade não importa. O que importa é ser extremamente apaixonado por solucionar problemas e melhorar a vida das pessoas, e estar disposto a trabalhar arduamente para fazer as coias acontecerem.” (p. 31)
Descubra quem te inspira e por quê: Por que isso é importante? Em primeiro lugar, saber quem te inspira e por que, permite que você se conheça melhor. Além disso, faz você ver que é possível alcançar os seus desejos e que sonhar grande é fundamental para o seu negócio ser bem-sucedido.
Peça conselhos e receberá investimentos: Iniciar por um caminho distinto o seu contato com o investidor é uma boa estratégia para conseguir o capital que você precisa. Ao se relacionar com ele de forma a trocar ideias sobre o seu produto ou projeto, faz com que o vínculo se crie e que ele se sinta parte do projeto, o que lhe dá maior confiança da assertividade deste produto ou serviço. Assim, ele se sente mais seguro na hora de investir o seu precioso capital em você.
Seja acelerado, mas tenha paciência: Ritmo é importante, pois o tempo todo estão sendo criados novos produtos e serviços e você precisa ser inovador para ser reconhecido. Mas, mais importante ainda que a rapidez, é a direção a ser seguida. Se você estiver seguindo o caminho certo, com certeza será mais rápido. Não se esqueça de validar seu mercado e produto para não perder o seu tempo.
Acostume-se a aprender com seus erros: Erros fazem parte da trajetória de qualquer empreendedor. Mesmo que se procure ter o maior número de informações possíveis na hora de fazer e/ou decidir, o empreendedor lida com incertezas o tempo todo e precisa assumir certos riscos. Por isso, não lamente o erro, aprenda com ele e veja de que maneira este novo aprendizado pode melhorar a sua empresa e acelerar o alcance dos seus objetivos.
                Foi difícil selecionar apenas alguns conselhos, pois todos me pareceram muito válidos, porém aí estão alguns para iniciar a reflexão. Para quem quiser continuar a leitura pode baixar a versão virtual gratuitamente. Ainda que o livro impresso acrescente alguns capítulos, já é um bom início ler a versão virtual: http://www.ameninadovale.com/



terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dinâmicas de Grupo


             As dinâmicas de grupo são uma das etapas do processo seletivo mais temidas pelos candidatos. É o momento em que a ansiedade mais aparece e que a maioria não sabe como se portar. As dinâmicas de grupo são rodeadas de todo um mistério e curiosidade sobre o que está sendo observado.
        Na realidade, esta fase aparece, normalmente, em processos seletivos com muitos candidatos. Nestes casos, é uma etapa eliminatória para abreviar o processo. O objetivo da dinâmica de grupo é avaliar os comportamentos dos candidatos em situações hipotéticas que irão vivenciar no dia a dia da empresa. Elas nada mais são que atividades com o intuito de conhecer mais a fundo o perfil dos participantes.
           Durante este processo são avaliadas as competências que a organização está buscando para a vaga em aberto. São através das brincadeiras e jogos que as pessoas deixam transparecer as suas características. Ainda assim, posso ressaltar os principais pontos observados: liderança, trabalho em equipe, comunicação, foco em resultados, iniciativa, respeito a regras, criatividade, motivação e comprometimento.
        O mais comum é ter no máximo 15 candidatos em uma sala, pois mais que isso é praticamente impossível observar os comportamentos de uma forma adequada. É importante lembrar que assim como em toda e qualquer etapa de um processo de seleção, não existe o candidato bom ou ruim, mas sim, aquele que está dentro do perfil da vaga.
       Por outro lado, é consenso que aquele candidato que não se manifesta durante o processo, é desclassificado, pois não permitiu deixar-se conhecer. Assim como aquele participante que fala demais e que não dá espaço para que os outros possam falar.
        São utilizadas diversas técnicas para a realização das dinâmicas de grupo, tudo depende da empresa, da vaga e do selecionador em questão. As mais usadas são os bate-papos em grupo, as dramatizações, as tarefas manuais, fazer propagandas, competições e discussões sobre um caso.
          É importante ressaltar que a dinâmica de grupo é somente uma das etapas do processo. Se você for aprovado em uma, provavelmente, ainda terá outras fases da seleção pela frente. Por isso, continue se preparando e mantendo uma energia positiva para alcançar o emprego desejado.
        Mais uma vez, não existe fórmula mágica para se sair bem em uma dinâmica de grupo, mas ficam algumas dicas para melhorar o desempenho e ter a certeza de estar no caminho certo para a aprovação:
  • Controle a ansiedade e mantenha-se tranquilo.
  • Evite falar em demasia e impedir a participação dos outros candidatos. Seja participativo, sem exagerar.
  • Posicione-se, emita sua opinião e dê sugestões. Como dito anteriormente, candidato que não se manifesta também perde a oportunidade.
  • Se vista adequadamente para o local, mas lembre-se de utilizar roupas confortáveis, pois alguns exercícios exigem movimentação, sentar no chão, etc.
  • Não faça comentários polêmicos, preconceituosos ou irônicos.
  • As mesmas dicas para outras etapas de processos seletivos continuam valendo: não se atrase, informe-se sobre a empresa e  esteja atualizado sobre o que acontece na sua área, no Brasil e no mundo,
  • Por fim, e o mais importante: SEJA VOCÊ MESMO, aja naturalmente. Os selecionadores tem habilidade para perceber quando você não está sendo espontâneo e está fingindo algo que não é. Além disso, é preciso saber se o seu perfil realmente é adequado para a vaga. Isto será bom tanto para a empresa que terá o colaborador que procurava, quanto para você que se sentirá a vontade e confiante na função que desempenhará.
Boa sorte!


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O que são os Programas Trainees


     A maioria das pessoas já ouviu falar em programas trainees, mas muitas delas não sabem exatamente o que é. É um estágio? É um treinamento? É um emprego? Como funciona? Nesta coluna, você conseguirá entender o que realmente é um programa destes.
     Trainee não é um estágio, é um emprego de carteira assinada em que importantes empresas do cenário nacional e internacional se propõem a oferecer um treinamento para profissionais recém-formados visando no final que estes possam assumir uma função gerencial. As vantagens que a empresa vê é selecionar um candidato que não traz vícios anteriores de outras organizações e, também, a garra e a vontade que um profissional recém-formado possui para construir seu nome, sua carreira e gerar resultados.
   Destina-se a jovens que estão cursando ou recém-formados no ensino superior. Normalmente, as empresas procuram profissionais que têm a graduação concluída a no máximo dois ou três anos. É exigido que este profissional tenha fluência na língua inglesa, quando não é solicitado mais um idioma estrangeiro como requisito do processo seletivo.
   Pode-se dizer que é uma seleção diferenciada que uma empresa faz, pois ela está buscando profissionais que possam assumir funções estratégicas e de liderança dentro da sua organização. Por isso, o processo seletivo é bastante longo e rígido.
    O método utilizado para selecionar este tipo de profissional é diferente do usual. A concorrência é grande e muitos são os que querem conquistar um cargo de trainee.  Então, o processo seletivo possui várias etapas e todas são eliminatórias. Em primeiro lugar, é avaliado o currículo on-line que o candidato cadastra nos sites dos programas. Após esta etapa, as empresas aplicam provas on-line que, normalmente, são de lógica, conhecimento gerais, português e inglês. Aqueles aprovados nesta etapa vão para dinâmicas de grupo. Os sobreviventes desta fase são orientados a resolver um case e apresentá-lo no final. A próxima etapa é o painel, onde os candidatos preparam um material solicitado pela empresa para apresentação no dia da entrevista com os gestores. A entrevista com os gestores é a etapa final antes do encerramento do processo. É óbvio que existem variações dentro deste processo, mas em geral é este o caminho seguido pelas organizações na hora de selecionar seus trainees.
     Após a contratação, o programa tem duração média de 6 meses a 2 anos. O trainee passa por várias áreas da companhia, participando de projetos diferentes, trabalhando com equipes diversas e realizando tanto tarefas operacionais quanto mais estratégicas na liderança de um projeto. Isto permite que ele desenvolva uma visão geral do negócio, passando a entender um pouco de tudo e podendo compreender melhor as necessidades de fornecedores e clientes.
      Nesse período, a empresa passa avaliando o desempenho do trainee para no final efetivá-lo em uma função gerencial, procurando alocá-lo na área em que se sair melhor e que tem mais competência para realizar um bom trabalho. Por esta avaliação ser constante, é preciso que o trainee se esforce e procure estar sempre melhorando e se aprimorando.
     As vantagens em participar deste tipo de programa é que você inicia a sua carreira desenvolvendo competências importantíssimas, agrega uma empresa de valor em seu currículo e obtém um salário melhor do que aquele que conseguiria pelos canais normais. E, o mais importante, ganha a oportunidade de crescimento que levaria anos para conquistar entrando na organização pelo meio comum. Por isso, aproveite o segundo semestre que é quando estes programas se iniciam para buscar esta oportunidade única em sua carreira.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Criando Necessidades como Steve Jobs


                 Sei que o tema Steve Jobs foi meio batido há dez meses, quando este veio a falecer. Foram muitas as reportagens, crônicas, matérias e livros sendo lançados a este respeito. Porém, faz pouco mais de um mês que eu resolvi ler o livro biografia escrito por Walter Issacson (Steve Jobs por Walter Isaacson).
                Para minha surpresa, me peguei super entretida com o livro. Foi daqueles que a gente acaba dormindo mais tarde, porque quer ler mais um pouquinho, quer saber o que aconteceu depois, sabe? É um livro que retrata toda a sua trajetória empresarial, tanto seus sucessos quanto seus fracassos. Permite-nos conhecer um pouco de sua personalidade, o que para mim, psicóloga, é de extremo interesse. É possível conhecer seu lado luz e seu lado sombra, tanto os seus pontos positivos quanto aqueles negativos.
                Mas, uma questão durante a leitura me marcou bastante e é isto que eu quero dividir com vocês hoje. Para quem leu a coluna na semana passada, é uma pimentinha que quero introduzir nos pensamentos dos leitores.  Steve Jobs falava que se tratando de tecnologia os clientes nem sabem que precisam de alguma coisa.
                Foi assim que ele foi criando necessidades ao criar o Iphone, Ipod e Ipad. Nós nem sabíamos que “precisávamos” ter mais de mil músicas em um pequeno aparelho portátil. Nós não imaginávamos como ter acesso à internet em qualquer lugar que estivéssemos fosse tão importante. Ou então, que o modo de leitura ia ser revolucionado desta forma com os tablets.
                 Mas, e o que isto tem haver com o mundo corporativo? TUDO! Eu me pergunto: Será que é só na área de tecnologia que os clientes não sabem do que precisam? Será que é preciso inovar e criar algo diferente somente neste campo? Será que os clientes sabem todas as necessidades que tem? E se sabem, será que conhecem as soluções? Será mesmo que na natureza nada se cria, tudo se copia?
                Eu acredito que em qualquer área que estamos atuando devemos usar a nossa criatividade para fazer diferente. É preciso pensar que qualquer empresa deve ter os seus diferenciais para satisfazer as necessidades de seus clientes. É preciso parar de copiar e começar a transformar.
                Se pensarmos, por exemplo, nos processos seletivos. É sabido que as empresas estão com grande necessidade deste serviço, pois o mercado está contratando muito. Porém, o que eu escuto é que nem sempre esses processos feitos do modo convencional são efetivos. Será que aquela pessoa que inventar uma nova forma mais efetiva de realizar um processo seletivo não atrairá mais clientes e criará uma nova necessidade neste mercado? Algo até então não pensando e imaginado.
                Vamos botar a cabeça para funcionar e pensar em como inovar em nossas áreas de atuação. Como eu posso fazer diferente? Como eu posso transformar o meu trabalho em algo inovador? O que fazer para satisfazer cada vez mais clientes, sejam internos ou externos? Plante as pimentinhas ao seu redor e colha diferenciais competitivos.



sábado, 18 de agosto de 2012

Sessão Eventos

Pessoal, é com muito orgulho que divido com vocês a nova sessão do blog chamada Eventos. Ali serão divulgados todos os eventos que terão a minha participação. 

Convido-os a conhecer: 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

CURSO: PLANEJAMENTO DE CARREIRA

Pessoal, eu e a minha colega de trabalho Gessieli organizamos este curso com muito dedicação para todos aqueles que tem dúvidas na hora se escolher o que fazer de sua profissão, não sabem montar seu currículo adequadamente e se perdem na hora de definir qual postura adotar perante ao mercado.

Confira:


Interessados podem encaminhar um e-mail para ericahalty@gmail.com

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Assumindo as Rédeas da Própria Vida


                Muitas vezes não percebemos o poder que temos em nossas mãos para direcionar a nossa vida para onde queremos. As rédeas estão entre nossos dedos, basta sabermos para onde desejamos ir e guiar nesta direção. Para isso, é preciso assumir esta responsabilidade verdadeiramente e, assim, ampliar nossas possibilidades de resultados assertivos e positivos.
                E você, como quer viver a sua vida? Para que direção vai levar as rédeas que está segurando? Diante da situação apresentada pela vida, o que você quer que aconteça? Qual o resultado que você quer obter?
                O Coaching trabalha enfaticamente com este conceito de assumir a responsabilidade. Parte da premissa de que se o cliente continuar pensando que suas crises ou seus problemas são decorrentes de fatores externos, não terá sucesso no processo. Pois se o problema está fora da gente mesmo, não há nada a ser feito ou modificado. Não é verdade?
                É comum observarmos dentro das organizações colaboradores justificando o não cumprimento de prazos e atividades dando explicações tranquilizadoras a quem questiona. Explicações tranquilizadoras são aquelas em que coloco a culpa fora de mim. Tranquilizam-me, porque desta forma sou considerado “inocente”. Por exemplo: “Eu não entreguei o relatório porque o sistema caiu, não fiz a minha parte, pois o colega não me entregou a sua”,... Essas explicações acabam com a possibilidade de ação e me coloco como vítima da situação, mostrando-me impotente.
                Durante o processo de Coaching aprendem-se as explicações geradoras. Estas me incluem tanto como parte do problema como da solução, transformando-me em protagonista. Assim, eu aviso antecipadamente o meu chefe que entregarei o relatório depois, pois o sistema está fora do ar, permitindo que ele se organize diferente. Acordo mais cedo para ir ao trabalho de ônibus, já que o carro está estragado. Faço seguimento com o meu colega do seu trabalho para que eu possa cumprir a minha parte no prazo estipulado. Então, os problemas não deixam de existir, mas passo a lidar de uma forma mais positiva e resolutiva com eles.
                Veja a seguinte situação, muito corriqueira no ambiente organizacional. “Meu chefe é um injusto, não aguento mais o meu chefe, ele não me valoriza”. Provavelmente, você já ouviu ou disse algo semelhante. Não é muito diferente dizer: “Eu não sei como fazer para que o meu trabalho seja reconhecido”?
                Na situação número um, estou dando uma explicação tranquilizadora, tirando de mim a responsabilidade por ser reconhecido, tornando-me vítima das circunstâncias e fechando todas as possibilidades de ação. A mudança depende somente da modificação de atitude do meu chefe, delegando a ele o poder que tinha em minhas mãos, dando-lhe as rédeas da minha vida.
                Já no segundo momento, assumo minha falta de competência para ser valorizado, mas assumo o poder para pensar e ter atitudes diferentes que serão operacionalizadas por mim e que podem trazer o resultado que eu espero.
                Mudando esta ótica saímos da nossa zona de conforto, expandindo as nossas possibilidades de ação e de atingir os resultados desejados. Experimente!