terça-feira, 19 de junho de 2012

Criatividade e Inovação

         Criatividade é ter ideias originais, obter novos arranjos e combinar coisas que ninguém havia imaginado antes. A pessoa criativa não se acomoda, está sempre buscando infinitas maneiras de realizar algo usando recursos que são finitos.
                Já a inovação pode ser definida como novidade ou renovação. É complementar a criatividade, pois significa criar valor a partir da ideia criativa. É preciso conhecimento para tornar esta ideia realidade, realizá-la e vendê-la. Pode-se dizer que a inovação é a concretização da criatividade.
                É através da criatividade e da inovação que a humanidade evolui, caminha para frente. Para que este progresso ocorra é preciso um pouco de inspiração (criatividade) e muita transpiração (inovação). Elas podem se manifestar em diferentes formas, como em um produto inovador, uma nova teoria, invenções diferentes, na resolução de problemas, entre outras maneiras.
                Pode-se afirmar que todo ser humano é naturalmente criativo. Basta observar uma criança em suas brincadeiras e na sua imaginação. Quando as crianças são estimuladas pelos pais através de elogios às suas iniciativas criativas, elas tendem a ser mais ousadas e inovadoras no futuro. Entretanto, o contrário também pode acontecer e a criatividade pode ser podada.

                Este comportamento também pode ser visto dentro das empresas. Organizações inovadoras tendem a estimular a criatividade, tolerando o erro como parte do processo e deixando que seus colaboradores assumam riscos por terem ideias mais ousadas postas em prática. O inverso também ocorre. Algumas companhias bloqueiam seus funcionários, criando uma cultura contrária ao diferente e inovador, fazendo com o que os mesmos tenham medo de errar, de serem punidos, de perderem o emprego ou serem rejeitados.
                Visto que isto acontece, é preciso desenvolver e estimular a criatividade depois de adulto para permitir que a inovação apareça. Fortalecer os indivíduos com vivências de autoconfiança e auto-realização é o primeiro passo para estimular um ambiente criativo.
                Também é fundamental a curiosidade. Perguntar, ler, falar com pessoas de áreas diferentes, assistir palestras e cursos, viajar para lugares de culturas diversas, fazer coisas diferentes, experimentar novas sensações e vivências instigará a criatividade. O cérebro é “preguiçoso” e com o tempo ele vai fazendo com que muitas atividades virem automáticas para economizar energia, por isso, é preciso fazer diferente para que ele seja constantemente estimulado. Aumentar a criatividade é exercitar o pensamento.
                Segundo Marcel Proust, “a verdadeira mágica da descoberta não está em buscar novas paisagens, mas em ver com novos olhos”. Por isso, para estimular seu potencial criativo busque visualizar as mesmas coisas de modo diferente, saia da caixa e do seu pensamento padrão para que seu cérebro deixe o comodismo de lado e permita que você faça novas conexões. Destaque-se por ser uma pessoa criativa e inovadora neste mercado tão competitivo!



quarta-feira, 13 de junho de 2012

As Fases da Carreira


                Ao longo de nossa vida profissional passamos por diferentes etapas de carreira. Esta coluna permitirá que você avalie se está à frente ou atrás da fase em que deveria estar. São quatro diferentes fases da carreira ao longo da vida, são elas: introdução, crescimento, manutenção e declínio.
                       Na fase da Introdução é que são feitas as escolhas, ela ocorre entre os 18 e 25 anos de idade. É a fase do aprendizado. Época do trabalho duro,  de buscar o seu lugar no mercado de trabalho. É neste período em que a sensação de se ganhar menos do que deveria acontece. É o momento ideal para se experimentar em funções e empresas para descobrir o que gosta de fazer e onde se identifica mais.
                Já na fase de Crescimento é o momento de verticalizar a carreira, ela passa entre os 25 e os 35 anos de idade. Também pode ser chamada de fase da coragem, pois aqui acontecem grandes mudanças, como de empresa, cidade ou país. O profissional já aprendeu a base e busca novas escolhas. É o momento de por volta dos 30 anos assumir uma gerência, uma função de liderança. São fundamentais os investimentos em pós-graduação, MBA, mestrado, cursos.
                Tanto na fase da Introdução como na de Crescimento são épocas de fortalecimento de carreira. Ou seja, época de investimentos, dedicação e escolhas. A partir daí, inicia-se o momento de Manutenção, por volta dos 35 até os 45 anos de idade.
                A Manutenção é o momento de atualização. Nesta fase, alguns profissionais optam pela carreira de consultores. Se a carreira realmente se verticalizou na fase anterior, este é o momento de ao redor dos 40 anos se tornar diretor. Podemos denominar como o período da colheita em nossa carreira.
                Por fim, no Declínio é a hora de se reinventar. Acontece quando o profissional está entre os 45 e 60 anos. É natural que aja um declínio neste momento, por isso existe a necessidade de usar a criatividade. Muitos profissionais começam a fazer voluntariado, a trabalhar no terceiro setor. Também é neste momento que muitas pessoas buscam executar projetos que deixem seu legado, escrevem para revistas e jornais querendo deixar o seu nome registrado.
                Se você percebe que deixou alguma dessas fases passar sem aproveitá-la, é possível recuperar o tempo perdido. Não é fácil, pois fica mais complicado quando o tempo passa. Mas se tratando de carreira, nada é impossível! Por isso, é tão importante planejar a carreira, pensar cada fase e tirar o melhor proveito dela, não deixando ela passar. Planeje-se, organize-se e alcance seus objetivos profissionais com sucesso!

Artigo publicado na Folha Gaúcha Ed. 63 - Rio Grande, 9 a 15 de junho de 2012.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A Inteligência Emocional como Diferencial



As emoções fazem parte de toda ação humana. Elas são constituídas através da nossa interpretação dos fatos e eventos que acontecem conosco. Dependendo da forma que observamos e julgamos determinada situação, teremos uma emoção resultante. A emoção sentida fará que tenhamos uma ação correspondente. Não é possível escolher a emoção que teremos, pois ela simplesmente brota dentro de nós, mas podemos, sim, escolher a ação que teremos. É possível transformar a emoção em algo positivo e não se tornar refém dela, abrindo possibilidades de ações mais positivas e efetivas.

A Inteligência Emocional pode determinar o nosso sucesso ou insucesso, visto que o dia-a-dia de trabalho é constituído de relações humanas. Pode ser definida como a capacidade de reconhecer e lidar com os nossos sentimentos e com os dos outros,  adequando-os as situações vividas. Possuir inteligência emocional significa dirigir nossas emoções de forma a alcançar objetivos, persistir mediante frustrações, controlar impulsos, canalizar emoções para situações apropriadas, ser grato e motivar pessoas. Ter um alto quociente de inteligência emocional permite autodesenvolvimento, melhor produtividade e maior capacidade de alcançar o que se deseja na vida.
      
É sabido que existem dificuldades na hora de separar a vida pessoal da profissional dentro do ambiente de trabalho, entretanto isto pode fazer com que todas as habilidades técnicas e experiências sejam desqualificadas. Um profissional que gerencia adequadamente suas emoções é bem resolvido e maduro, sabe expressar seu desconforto com habilidade e propõe alternativas para a manutenção de boas relações e um clima organizacional favorável.

Abaixo seguem cinco passos para desenvolver a Inteligência Emocional:

  1. Reconhecer a emoção: reconhecer o que se sente traz alívio da ansiedade e permite pensar com mais clareza.
  2. Aceitar a emoção: é preciso ficar claro que não escolhemos a emoção, ela é disparada por algum evento específico pela interpretação pessoal do mesmo. É importante aceitar a emoção sem fazer julgamentos para não fomentar o mal-estar (sentir-se mal por se sentir triste, por exemplo).
  3. Indagar e investigar as razões: por trás de cada emoção existe uma história. Questionar é fundamental para corrigir distorções, mudar a forma de observar e gerar novas respostas onde antes parecia que não existiam.
  4. Analisar ações possíveis: que possibilidades de ação você enxerga? Como irá operar sua emoção de forma positiva? Reconhecer a liberdade e a responsabilidade de escolher a forma de agir abre possibilidade de tornar essa ação produtiva.
  5. Compromisso de Ação: agir conforme os novos entendimentos permitirá o amadurecimento emocional.
Passando por este processo, o indivíduo amplia sua capacidade de lidar inteligentemente com as suas emoções, tendo ações mais construtivas e, assim, melhorando a sua forma de se relacionar com as outras pessoas. Então, podemos concluir que a Inteligência Emocional é um diferencial capaz de nos trazer para mais perto do sucesso, permitindo a ponte entre o que somos e o que desejamos ser tanto em nossa vida pessoal como na profissional.



quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Chave para a Excelência

  Excelência é uma palavra muito ouvida nos tempos atuais, mas como chegar até ela? Qual é o caminho? A excelência se caracteriza por alguém saber muito de algo e fazê-lo bem feito com extrema qualidade. A chave para atingir este estado passa pelos quatros estágios da aprendizagem, que são: curiosidade, confusão, entendimento e excelência. 
  O primeiro estágio é a curiosidade. Este compreende a “incompetência inconsciente”, ou seja, uma pessoa que não tem uma determinada competência/conhecimento e também não possui consciência de que não sabe. A curiosidade caracteriza-se por ser uma capacidade natural e instintiva do ser humano que acarreta na exploração e na busca de novas informações além das que já possui. Esta fase é quando o ser humano observa o desconhecido e este lhe gera vontade de conhecer mais, ir atrás de mais informações.

A etapa seguinte, a confusão, é o momento em que se descobre que nada se sabe, ou seja, uma “incompetência consciente”. Agora o indivíduo se torna consciente de que não sabe. Esta é a fase mais importante, pois será feita a escolha de continuar não sabendo e voltar para a zona de conforto ou se optará por ir adiante para adquirir um novo aprendizado. Esta etapa também pode ser chamada de ansiedade, pois o fato de não saber e nem compreender algo pode nos deixar desordenados, angustiados e confusos. Aqueles que decidem por mudar o seu futuro começam a se experimentar, a estudar, ler sobre o assunto, conversar com outras pessoas para procurar compreender o que não sabem. Já aqueles que fizeram a escolha de não ir adiante se utilizam de pensamentos limitantes para “reconfortar-se”. “Eu não nasci para isso”, evitando, assim, a confusão, mas também o aprendizado.
  Até que vem aquele momento “ahá”, o entendimento. A competência se torna consciente: já sei fazer, ainda que pense ao executar, que não seja algo automático. Este é o período em que a organização e a harmonia acontecem. Há um alinhamento dos pensamentos, o novo saber se ajusta aos conhecimentos anteriores, são feitas as conexões e se faz o “click”.
  Para então vir, por fim, a excelência. Este é o momento da “competência inconsciente”. Agora já conheço, entendo, sei fazer e é automático, já não preciso mais pensar para realizar. A excelência é a superioridade, é ser bom em alto grau. 
  Tal processo é que nos permite aprender coisas diferentes e nos tornarmos seres humanos mais desenvolvidos e qualificados. Ele acontece para todo e qualquer novo aprendizado. Por isso, preste atenção quando pensamentos limitantes estiverem surgindo por causa do estado de confusão. Aí está a chave para ser diferente e alcançar o sucesso que se almeja. Não jogue esta chave fora com tanta facilidade.




sábado, 5 de maio de 2012

10 sinais de que é hora de mudar de emprego (ou de carreira)


Desinteresse pelo trabalho é um sintoma clássico

Segundo uma pesquisa realizada pela Trabalhando.com, 94% dos brasileiros querem mudar de emprego ainda este ano, sendo que, para 57%, o motivo é não enxergarem a possibilidade de crescimento na empresa em que trabalham.
Confira abaixo 10 sinais de que é hora de mudar de emprego ou até mesmo seguir uma outra carreira:

1. Você acorda toda manhã pensando: "Droga, tenho que ir trabalhar de novo"
Se você começa o dia com esse pensamento, leia o trecho abaixo:
"Find something that you love. Something that gets you so excited you can't wait to get out of bed in the morning".

"Encontre algo que você ame. Algo que o motive e que faça com que fique ansioso para sair logo da cama pela manhã".

Chris Gardner

2. Você se irrita com facilidade no dia a dia
Todos nós já tivemos aquele momento de estresse em que perdemos a paciência. Porém, se isso é rotineiro e está influenciando até sua vida pessoal, é importante refletir se realmente está no lugar certo.

3. Você realiza as atividades no automático, sem aprender nada de novo
Fazer a mesma coisa por vários anos não é algo necessariamente negativo. Agora, se você sente que não está aprendendo nada de novo e faz tudo no automático, é bem provável que seja o momento para buscar outro trabalho mais desafiador.

4. Você deixou o seu lado Steve Jobs para virar um bombeiro
É natural que haja períodos críticos em que temos que apagar incêndios no trabalho. Porém, se isso está virando uma rotina e impede que o seu lado criativo fale mais alto, é sinal de que algo está errado.

5. Você perdeu a admiração pelo gestor
O gestor é uma importante referência para a cultura da empresa, o ambiente de trabalho, os valores pessoais etc. Se você não admira o seu chefe em aspectos que você valoriza, repense se está trabalhando com a pessoa certa.

6. Você não tem vontade de dar o seu melhor no trabalho
Se você tem paixão pelo que faz, nunca estará satisfeito com o trabalho e irá sempre procurar melhorias. Caso tenha perdido essa vontade de dar o seu melhor, talvez seja a hora de mudar.

7. Você acha que o tempo está demorando muito para passar
Se você olha para o relógio a todo momento e os 20 minutos que passaram pareceram 2 horas, é provável que esteja entediado no trabalho. Você já ficou assim com algo que gosta muito de fazer e que te traz felicidade? Vale a pena pensar.

8. Você tem a sensação de liberdade ao sair do trabalho todos os dias
É comum ficarmos aliviados ao final de um dia puxado, mas se ir embora significa liberdade para você, é provável que esteja na hora de sair da prisão e respirar novos ares.

9. Você vive se queixando do trabalho ou do chefe com familiares, amigos e colegas
O sintoma mais comum de alguém que está insatisfeito com o trabalho é não parar de reclamar dele. Não importa se está com os familiares, amigos ou colegas, se surgir uma oportunidade para falar sobre trabalho, eis que a conversa vira uma sessão de psicólogo.

10. Você dorme torcendo para que o amanhã demore a chegar
Quer sinal mais claro de que você realmente precisa de uma mudança?

Fonte: Administradores.com

segunda-feira, 23 de abril de 2012

As Mulheres no Mercado Corporativo

       As mulheres estão conquistando cada vez mais espaço no mercado corporativo e ocupando cargos de liderança. Entretanto, é difícil para elas conciliarem todos os papéis que precisam desempenhar em suas vidas. Além disso, apesar destas conquistas, ainda existem barreiras culturais arraigadas que atrapalham o desenvolvimento da carreira corporativa feminina.
       É percebido que existem mais homens do que mulheres no mercado corporativo e nos altos cargos dentro de uma empresa, porém este cenário vem mudando e as mulheres vêm conquistando espaços que antigamente eram exclusivamente dos homens. As mulheres vêm galgando posições dentro das organizações e com isso conquistando o seu espaço seja pela questão financeira, pelo poder ou pela satisfação pessoal.                                                             
       Além disso, hoje se valorizam mais atitudes femininas nas posições de liderança, como por exemplo, a liderança colaborativa, onde as ideias e os processos são discutidos e realizados em equipe. A mulher consegue colocar o seu jeito mais compreensivo, comunicativo, colaborativo, com mais facilidade para escutar e entender dentro do local onde trabalha.

      
       Contudo, o mais difícil para a mulher é saber equilibrar a sua vida pessoal com a profissional. Além de trabalhar, a mulher ainda cuida da casa, dos filhos, marido e família e seu grande desafio é manter salutar o seu papel de profissional e o seu papel dentro da família. O conflito é tentar não ser uma mãe negligente, tentar ser uma esposa parceira do marido, almoçar com a família aos domingos, manter sua saúde em dia e ainda realizar um bom trabalho. É necessária uma boa dose de equilíbrio emocional e de bom senso para dar conta de tudo sem sentir-se frustrada ou triste.
      Para competir com os homens, as mulheres acabam, por vezes, tendo atitudes mais masculinizadas: tornam-se mais agressivas, racionais e individualistas. Este comportamento pode até trazer benefícios em curto prazo, porém em longo prazo pode trazer consequências para a mulher. O melhor caminho é aceitar a sua condição feminina e perceber que sua maneira não é melhor, nem pior do que a do homem e, sim diferente e que pode agregar e muito para uma organização. Enquanto o homem realiza atividades uma por vez e tem facilidade para compreender os aspectos gerais, as mulheres conseguem fazer mais de uma atividade ao mesmo tempo e são mais detalhistas. Portanto, se a mulher se aceitar e desenvolver ainda mais as suas competências passará a ter mais tranquilidade interna e a se sentir melhor consigo mesmo.
       Porém, existem fatos concretos de que a mulher ainda é discriminada no mercado de trabalho. Recebe salários menores, tem maior dificuldade em subir de posição e, para superar isso, se torna necessário mostrar ainda mais serviço e competência do que os homens. E é nestes casos que as mulheres ganham destaque e superam os preconceitos. As mulheres vêm superando barreiras, lutando contra preconceitos e mostrando suas qualidades.
       Pode-se observar neste momento mais garra e motivação da mulher, sendo este o seu diferencial do homem na disputa entre os sexos no mercado corporativo. Visto que necessitam ir atrás do seu reconhecimento, da sua valorização profissional, do sucesso na carreira e de melhores salários, nota-se uma motivação e um esforço diferente nas mulheres. Para vencer a barreira do preconceito se mostram mais corajosas, persistentes e batalhadoras. 



domingo, 15 de abril de 2012

O que é Marketing Pessoal?


                Hoje em dia é bastante comum ouvir falar em Marketing Pessoal, mas a maioria das pessoas não sabe o que é ou confundem o seu conceito com autopromoção. A ideia da coluna de hoje é poder esclarecer o que é afinal o marketing pessoal e como se beneficiar dele da melhor forma possível.
                Em primeiro lugar, vale ressaltar que o marketing pessoal se baseia em diversos preceitos do marketing propriamente dito, porém aplicado ao indivíduo e a sua carreira. Vamos definir o marketing como um processo para tornar um produto mais atraente para que seja o escolhido dentre outras opções. Transpassando este conceito para a pessoa, podemos pensar que o marketing pessoal refere-se a como transformar um individuo mais atraente do que outro aos olhos de um potencial empregador ou de um cliente.
                Para começar a montar um plano de marketing pessoal é preciso se ver como um “produto”. Fazer uma “pesquisa de mercado”, ou seja, identificar quais são os principais pontos fortes que se tem, quem gostaria de comprá-lo e por qual motivo. Depois disso, é necessário pensar na “promoção”, qual o melhor momento e situação para mostrar o seu valor.
                O autoconhecimento é que permite que se tenha conhecimento dos pontos fortes. Identificando o que se tem de bom torna-se possível compreender como se é e isto ajudará na venda aos empregadores. Isto significa ter as armas para conseguir combinar as qualidades identificadas com as necessidades da empresa.
                Exemplos de atitudes que refletem o marketing pessoal são as entrevistas de emprego onde o entrevistado mostra por que ele é a pessoa certa para o trabalho e qual o diferencial que irá oferecer ao empregador caso o contrate. Também ocorre ao montar um portfólio com os principais trabalhos, quando se oferece treinamento para repassar conhecimento em que se é especialista, dentre outros.
                Assim como o marketing vende uma imagem positiva de um produto, bem como os seus benefícios para o consumidor, o indivíduo estará vendendo suas características, capacidades, benefícios e realizações. Além disso, a embalagem do produto é muito importante para atrair o cliente, por isso, preocupe-se com a sua apresentação pessoal e tenha uma atitude positiva. Lembrando que a aparência tem efeito direto na atitude.
                Assim como a aparência influencia na imagem que o outro faz de alguém, a atitude de autoconfiança também exerce forte poder nesta percepção. Vale ressaltar que autoconfiança quer dizer conhecer e entender a si próprio e acreditar em sua competência. Uma pessoa autoconfiante não é perfeita ou a que sabe tudo, pois isto já se refere à arrogância. A pessoa que confia em si mesma tem uma forte percepção de suas capacidades e de seus pontos a melhorar, tem orgulho de suas realizações e agradece por aquilo que conquistou na vida.
                Por isso, pare para pensar e refletir sobre si mesmo. Identifique seus talentos, suas dificuldades e suas principais realizações profissionais e pessoais. Procure casar isto com a necessidade de mercado para entender que empresa ou qual mercado terá interesse nas vantagens que você com o seu perfil, experiência e realizações pode trazer. Aja com confiança, preserve sua aparência e tenha atitudes positivas.